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  • Insider: como a Unity quase perdeu a indústria em 2024

    Setembro de 2023 entrou para a história da Unity como o mês em que a empresa tentou taxar desenvolvedores por instalação de jogos. O backlash foi tão intenso que o CEO John Riccitiello renunciou e a política foi revertida.

    O que aconteceu

    A Unity anunciou que cobraria US$ 0,20 por instalação de jogos que ultrapassassem certos limites de receita. O problema: a métrica de “instalação” era impossível de auditar e colocaria estúdios free-to-play em risco de falência.

    Consequências

    Milhares de estúdios migraram para Unreal Engine e Godot. Ações da Unity caíram 70% em 12 meses. O novo CEO, Matt Bromberg, teve que reconstruir a confiança do mercado do zero.

    O cenário atual

    Um ano após a crise, a Unity estabilizou seu modelo de preços e anunciou foco em ferramentas de IA. Mas a perda de market share para Godot, especialmente entre indies, parece irreversível.

  • Insider: o plano de 10 anos da Sony para o PlayStation

    Documentos internos da Sony, obtidos pelo Coruzen Play, detalham uma estratégia de uma década que vai muito além de consoles de mesa. A empresa vê o PlayStation como uma marca de entretenimento, não apenas de hardware.

    Transmedia como prioridade

    A Sony planeja lançar pelo menos 10 adaptações cinematográficas e seriadas de franquias PlayStation até 2030. The Last of Us na HBO é apenas o começo — God of War, Ghost of Tsushima e Horizon estão em desenvolvimento.

    Cloud gaming

    Investimentos pesados em infraestrutura de streaming visam permitir jogar títulos de PS5 em dispositivos móveis com latência abaixo de 20ms. A meta é eliminar a necessidade de hardware próprio para 30% dos usuários.

    Mercados emergentes

    Índia, Brasil e países do Sudeste Asiático são vistos como mercados de crescimento. A Sony planeja lançar hardware de entrada (similar ao PS Portal) a preços agressivos nessas regiões.

  • Insider: por que a Activision Blizzard dissolveu três estúdios em 2024

    O fechamento de três estúdios da Activision Blizzard em outubro de 2024 não foi apenas uma decisão financeira. Fontes internas relatam uma reestruturação profunda que começou meses antes da aquisição pela Microsoft ser finalizada.

    Os estúdios afetados

    Toys for Bob (Spyro, Crash Bandicoot), Radical Entertainment (Prototype) e um estúdio de suporte em Austin foram dissolvidos. Colecivamente, empregavam mais de 400 pessoas.

    O que aconteceu nos bastidores

    Segundo fontes próximas, a Microsoft avaliou que os projetos em desenvolvimento nos estúdios não alinhavam com a estratégia de Game Pass. Jogos de plataforma 3D single-player, apesar de aclamados, não geram engajamento recorrente suficiente para justificar o custo.

    Impacto no mercado

    A dissolução reforçou uma tendência preocupante: estúdios especializados em experiências single-player estão sendo sacrificados em favor de jogos como serviço. Desenvolvedores seniores deixaram a empresa em massa.

  • Spotlight: Project Chimera — shooter tático que aposta em IA procedural

    Project Chimera promete resolver um dos maiores problemas dos shooters táticos: a repetitividade. A Neon Vector utiliza modelos de linguagem e geração procedural para criar missões únicas a cada partida.

    Missões infinitas

    O sistema “Narrative Engine” gera objetivos, diálogos de NPCs e reviravoltas de missão em tempo real. Dois jogadores nunca experimentarão a mesma campanha.

    Combate tático

    Apesar da geração procedural, o combate mantém a profundidade de títulos como Rainbow Six Siege e Ready or Not. Cada operador tem habilidades únicas e o dano é letal.

    Early Access

    Project Chimera entra em Early Access no Steam no segundo trimestre de 2025. A Neon Vector planeja usar o feedback da comunidade para refinar o Narrative Engine.

  • Spotlight: Echoes of the Void — metroidvania brasileiro chega ao Switch

    O bioma da Mata Atlântica nunca esteve tão bem representado em um videogame. Echoes of the Void, da Lunar Fox, transforma a floresta brasileira em um labirinto orgânico de plataformas e combate.

    Identidade brasileira

    O jogo não apenas se passa no Brasil — ele respira Brasil. A trilha sonora usa instrumentos indígenas e afro-brasileiros. Os inimigos são criaturas do folclore nacional. Até o sistema de progressão é baseado em orixás.

    Gameplay

    O combate é rápido e preciso, com ênfase em parrys e combos aéreos. O mapa é densamente interconectado, com atalhos que só se abrem após adquirir habilidades específicas — puro metroidvania.

    Lançamento

    Echoes of the Void chega ao PC e Nintendo Switch em março de 2025. A versão para PlayStation e Xbox está prevista para o segundo semestre.

  • Spotlight: Aetheria — o RPG de ação indie que surpreendeu a Steam

    Em um mercado saturado de RPGs de ação, Aetheria conseguiu algo raro: se destacar sem um orçamento milionário. O jogo da estúdio polonês Moonlit Forge é prova de que criatividade ainda vale mais que capital.

    O que é Aetheria

    Aetheria é um RPG de ação em mundo aberto com foco em exploração aérea. O protagonista controla correntes de vento para planar entre ilhas flutuantes, resolver puzzles e combater criaturas etéreas.

    Diferencial

    A mecânica de voo não é apenas traversal — é combat, puzzle e narrativa ao mesmo tempo. O sistema de “aeromancia” permite criar tornados, escudos de vento e até alterar o terreno.

    Reconhecimento

    Além das vendas expressivas, Aetheria foi indicado a Melhor Debut no Independent Games Festival 2025. A Moonlit Forge já anunciou expansão gratuita para o segundo semestre.

  • Guia: como iniciar no mundo dos eSports competitivos

    A transição de jogador casual para competitivo é mais difícil do que parece. Não basta ser bom — é preciso ser consistente, trabalhar em equipe e entender o meta do jogo.

    Escolha um jogo, domine-o

    Foco é tudo. Escolha um único título (Valorant, League of Legends, Rocket League ou Counter-Strike) e jogue pelo menos 3 horas diárias com objetivos claros de melhoria.

    Hardware mínimo

    Monitor 144Hz é obrigatório. Mouse leve (abaixo de 80g) com sensor óptico de qualidade. Teclado mecânico com switches lineares. E, acima de tudo: conexão estável com ping abaixo de 30ms.

    Encontrando um time

    Discords oficiais dos jogos, sites como Teamfind e torneios amadores locais são os melhores pontos de partida. Não espere ser recrutado — crie sua própria rede.

  • Guia: entenda as diferenças entre DLSS, FSR e XeSS

    As tecnologias de upscaling por IA transformaram a performance dos jogos modernos. Mas entre DLSS da NVIDIA, FSR da AMD e XeSS da Intel, qual você deve usar?

    DLSS (Deep Learning Super Sampling)

    Exclusivo das GPUs RTX da NVIDIA. Usa núcleos Tensor dedicados para reconstruir imagens em resolução maior. A versão 3.5 com Ray Reconstruction é o estado da arte.

    FSR (FidelityFX Super Resolution)

    Open-source e multiplataforma. Funciona em qualquer GPU, inclusive consoles. A versão 3.1 melhorou drasticamente a qualidade de imagem, chegando perto do DLSS em muitos cenários.

    XeSS (Xe Super Sampling)

    Tecnologia da Intel que usa tanto XMX cores (em Arc) quanto DP4a (em outras GPUs). Em GPUs Arc, compete com DLSS. Em hardware de terceiros, fica abaixo do FSR.

  • Guia: como otimizar o PC para jogos sem trocar hardware

    Aquele notebook ou desktop que rodava tudo em 2020 está engasgando em 2025? Antes de desembolsar dinheiro, tente estas otimizações que realmente funcionam.

    Windows

    Ative o Modo de Desempenho em Configurações > Sistema > Energia. Desative a Transparência e Animações. No Editor de Registro, desative o Xbox Game DVR se não usa.

    Drivers e GPU

    Use DDU (Display Driver Uninstaller) para fazer instalação limpa dos drivers da NVIDIA/AMD. No painel de controle da GPU, defina perfil de performance máxima por jogo.

    Dentro dos jogos

    Ray tracing e DLSS/FSR são seus amigos ou inimigos dependendo do hardware. Em GPUs mais fracas, prefira FSR 2.0 em qualidade média a ray tracing ligado.

  • Guia: 10 jogos cooperativos para jogar com amigos online

    Jogar com amigos é uma das melhores experiências que os videogames oferecem. Mas nem todo mundo gosta de jogos de tiro competitivos. Esta lista cobre desde experiências relaxantes até desafios que exigem coordenação cirúrgica.

    Para quem quer relaxar

    Stardew Valley — Farming cooperativo sem pressão. Unravel Two — Plataforma linda e cooperativo local/online. Spiritfarer — Gestão de barco com temas emocionais profundos.

    Para quem quer desafio

    It Takes Two — Obrigatório para casais e duplas. Deep Rock Galactic — Mineração espacial com classes distintas. Left 4 Dead 2 — Clássico atemporal de sobrevivência zumbi.

    Para grupos grandes

    Among Us — Até 15 jogadores de dedução social. Overcooked! 2 — Caos culinário para até 4 jogadores. Helldivers 2 — Ação cooperativa épica para squads.